Anonymous
ei

oi


sentimentostolos:

Querida Amiga

Os tempos mudam certo? E as pessoas tendem a fazer o mesmo , suas atitudes , suas  falas , suas amizades, tudo tendem a mudar. Hoje, estamos bem distantes eu sei , na verdade não sei se foi culpa de alguém ou se Deus quis que  ficássemos longe, ou talvez isso é uma prova de como vivemos ou tentamos viver sem nossos anjos da guarda. Lembra quando nos conhecemos? Odiar de início é normal, mas ter uma irmã de coração é presente divino.  Eu te odeio pelo simples fato de te amar,  eu te amo pelo simples fato de não te odiar. Irmãs? Irmãs brigam , mas abandonar? Ah… Palavra triste de pensamentos tristes. Porque todo oi termina com Adeus? Amigas tem uns apelidos estranhos e carinhosos , eu te chamava de bubu sabe? Estranho? Algumas pessoas me perguntam o que é isso, eu dizia ” é o nome do meu anjo da guarda” Porque anjos são assim, você pensa que te abandonou, que te deixou e não sabe mais de onde tirar forças , mas eles estão ali a todo momento , pensando em você , cuidando de você . Querida Amiga, quero te agradecer por um diz feliz ter entrado na minha vida, fazer parte da minha história. Querida Amiga obrigada por me guiar me dando seus conselhos, obrigada por chorar comigo quando eu não tinha mais companhia. Obrigada por me fazer rir das coisas mais idiotas , obrigada por abrir meus olhos quando o mundo ja não me deixava enchergar a minha volta. Obrigada pelo simples eu te amo , eu te amo que me soava verdadeiro, que ainda soa , eu ainda escuto sua voz dizendo ” Estou com saudades bubu ” . Sentir falta? Saudade é ensinamento de que se foi importante você vai se lembrar que se foi. Lágrimas, sorrisos , palavrões , silêncio , olhares, tudo foi mais divertido com você . E mesmo que o destino tenha nos levados por caminhos diferentes, por atitudes  , por palavras ou por mentiras, e mesmo que tudo seja diferente de como era antes, eu estarei bem aqui, porque melhores amigas são para isso, são para sempre. Se um dia não tive as chances de te dizer o quanto que você é importante para mim, antes tarde do que nunca, Eu te amo , Querida Amiga, Querido Anjo, Querida Bubu .

Apenas uma garota )

17 March
2 months ago
reblog
Anonymous
"Nat, a Saah te ama *-*"

ama nao porra


Uns entram na sua vida pra marcar, outros apenas entram.

13 March
2 months ago
reblog
predestinada
"Nat, a Saah te ama *-*"

ama nada, amigas nao deixam a amizade ir embora por besteira e mt menos fingem nao nos conhecer.


13 March
2 months ago
reblog
umtantoconfuso
seguiindo seu tumblr... um beijo natalha

haha’ obrigada por seguir, fique a vontade e volte smpr :)


13 March
2 months ago
reblog
princesa-revoltad4
eeeeei, tudo boom ? eu sou doEs, ( aracruz ) e estou tentando organizar um encontro pro tumblr, ! se voce quiser participar, poderia mandar responder essa ask ? seeguindo voce ! Obbg

vlw por seguir, participo sim :)


13 March
2 months ago
reblog
lagrimasdador
"Nat, a Saah te ama *-*"

Mals a demora, mas heim, tu ta enganada sabia? a Saah nao me ama, ela me odeia ‘-‘


Virou a página? Que bom, eu queimei o livro.

gingerteetas:

LMFAO i cant breathe.

Sinto sua falta, mas eu fico melhor sozinha.


E após pensar que nunca sofreria deste mal, pude entender o quanto vulnerável estava e não percebi a tempo, agora é tarde demais. Você se foi levando-te inteiro em sua bagagem, e mesmo assim de alguma forma seus rastro permaneceram aqui, mesmo após virar as costas. Abriu-se uma cratera em meu peito com seu adeus, com o fim, com o ponto final, remendos não serão suficientes para juntar meus pedaços na sala da solidão de minha casa. Posso parecer um tanto quanto dramática, mais realmente estou vivenciando um drama em minha vida, desses bem mexicanos onde as lágrimas escorrem pelo ralo da amargura, não sei encenar se não for desta maneira aberta e exagerada, onde grito e desespero em um cômodo pequeno onde pouca luz entra.  Logo eu que sempre estive forte e alta o bastante pare ser atingida, fui pega em cheio por essa falta de amor, olha vejamos, falta do sentimento que um dia foi jurado eterno, isso só me deixa mais a certeza de que palavras no livro de mentirosos como você é apenas lixo poético de botequim. Nunca pensei que esta frase sairia de meus lábios por sempre acreditar no nosso pra sempre, mais ela sai em tom cortante de dentro de mim, “estou sofrendo de amores, de ausência, de solidão, de falta, de ilusão, desilusão”. Por ter acreditado me feri, por ter sonhado me feri, por ter te amado me mantenho prisioneira do alicerce da frustação. Devo aprender a remar sem você, a viver sem você, devo aprender a me bastar em meio a esse vazio, devo abrir as cortinas e orar para que teu perfume não venha junto com o vento, que as vertigens não te desenhem em minha frente e que eu possa ser forte como fui um dia, antes de você, antes de não me reconhecer mais. Preciso de um espelho onde eu volte a enxergar, onde eu possa apenas me ver, e continuar a sentir amor sim, mais agora por mim, apenas por mim, pois aprendi que quando depositamos este sentimento delicado em vaso de ferro ele vem a enferrujar, a quebrar a falecer e nos tornar doentes, mortos de nós mesmos.

- Andressa (petalas-de-outrora)

in-domitable:

Mas eu sou assim mesmo,meio menina, meio mulher. Cabeça dura, não aceito que discutem comigo, durante toda a minha vida, eu já engoli muita coisa, mas agora não mais, sou eu mesma independente de tudo e de todos. Sou mais do que seus olhos podem ver, muito mais do que você pode pensar. Gosto de ousar, às vezes consigo ser destemida, mas eu quase nunca consigo abandonar meus medos. Tenho meus momentos deprimidos, às vezes, minha única vontade, é de enfiar minha cabeça em um buraco e nunca mais sair, mas essa dor logo passa, porque afinal nenhuma dor é pra sempre. Aprendi que a vida é curta de mais pra ficar se lamentando com o passado, vivo por mim, e não pelos outros. Não gosto de pessoas dramáticas, acho que drama aqui, já basta o meu. Não tem um jeito certo de tentar poupar o coração de possíveis decepções, não tem como evitar, elas simplesmente vão acontecer, e acredite em mim, você sempre supera. Com o tempo, você se torna mais madura, já quebrei a cara tantas e tantas vezes, mas se fosse preciso, eu quebraria mais, só pra aprender a lição. Com esse tempo, eu aprendi, que não vale a pena sofrer por quem nunca te deu valor, não vale a pena ficar chorando, parada, deixando a vida passar, a felicidade desaparecer e o seu sorriso esquecer.”— in-domitable

Era só mais uma tarde de verão qualquer, antes do crepúsculo, as ondas do mar iam e viam calmamente sem restrições, um som tão delicioso de se ouvir, fazia carícias maravilhosas em ouvidos apurados. Tudo calmo e tranquilo, robustas gaivotas sobrevoavam pela praia, faziam um espetáculo solene, tão bonito de se ver, giravam em círculos, iam ao alto e desciam, era assim toda tarde, depois iam para bem longe e sumiam no horizonte. Perto da praia calma havia um parque tão lindo cheio de árvores gigantescas e velhas, algumas tinham o tronco grosso, largo, raízes e folhas veludosas estupidamente lindas, tantos tipos diferentes, árvores magras, gordas, pequenas, grandes, uma variedade. Existia uma que era bem mais especial, ficava no centro do parque, era a mais alta e fazia uma gigantesca sombra, ótima para passar a tarde toda sentada debaixo dela e lendo algum livro, em volta havia uma ciranda de orquídeas, lilases, amarelas, rosas, tudo tão maravilhoso que se enchia os olhos de encantamento só de ver, bem perto da árvore magnífica estava um pequeno banco do parque, todo de ferro com formatos florais no canto. Desceu da gigantesca árvore, um curioso animalzinho de patas pequenas e pele cinza amarronzada, um adorável esquilo em busca de alimento, parou em frente ao banco onde estava sentada uma garota.

Tão bela, era majestosa, olhos claros, pele pálida e alva, cheia de doces sardas nas bochechas, vestia um belo vestido de verão laranja, largo e leve.  Engasgava-se em risos enquanto lia um livro de capa dura, aparentando ser antigo. Gostava dessas relíquias, cada verbo no pretérito mais que perfeito sempre amou, toda semana ia pela menos uma vez na biblioteca e pegava o livro mais velho, o cheiro de mofo a deixava entusiasmada, aproveitava cada frase, ora sorria com a história, ora deixava o riso correr solto, ria com graça com jeito majestoso que poucos têm. Vivia no passado embebedando-se de histórias antigas, ao mesmo tempo fugia dele, queria esquecer teu pretérito amargoso, cheio de renúncias, em que teu orgulho falava mais alto.

Pedro, Pedro, esse nome ecoava em sua cabeça, passava milhares de vezes todos os dias, por mais que tentasse esquecer, sair de órbita e entrar nos livros, começava a imaginar como seria se fosse diferente, se a escolha que pensasse ser a certa fosse à errada, tudo desmoronaria em cima de sua cabeça, lia um parágrafo inteiro e relia cinco vezes, tua concentração abria caminho para Pedro.

Voltava ao livro e esquecera-se do mundo, Pedro tão valente, a vinte metros do banco atrás da árvore, observava Ana cheia de vigor lendo. Garota tão ingênua, notou teu amado e soltou altos suspiros, não se sentia pronta para o temido encontro, não estava, por mais que entendesse, não queria aceitar, muito menos para voltar atrás. Teu orgulho gritava, vendo Pedro achegar-se a ti, cada vez mais perto. “Corra, depressa, fuja sem olhar para trás, tampe os ouvidos e secrete-se em algum lugar”, dizia a si mesmo, sem sombra de remorsos e traumas. Correu até as pernas não aguentarem mais, os pés queimavam e as coxas doíam, gotas de suor desciam pela nuca, chegou à praia e jogou-se na areia macia até seus nervos esfriarem.

Amava o modo de como a luz do sol perpetuava em sua pele, o jeito que o vento soprava, e a música feita pelas ondas, por um momento quase se esquecera o motivo que a fez chegar aqui. Sabia que estava errada, mas não queria, dizia em prantos para sim mesma: “NÃO, não posso fazer isso, estou errada, mas não me entenderia, não saberia lidar, eu tão cinza jamais poderei compreender o rosa, tal cor que me lembra de amor, afeto, sensibilidade.” “Desculpa, não consigo.” Abaixou a cabeça e os cabelos aninharam-se sob seu rosto, ressentida por ser tão dura consigo mesma, sentia-se incapaz e cruel com teu bem querer, amava Pedro secretamente, mas não queria revelar.

Afagos no cabelo a consolou, teu amado foi atrás de teu bem querer, cansada de resistir, se entregou de vez, esqueceu esse teu orgulho concentrado, dedos entrelaçados, corações em um só palpitar e lábios unidos. Pronto estava feito, de tanto ler histórias antigas de amores, teve coragem de fazer a sua própria, destemida, sim, ela é, e hoje em vez de pegar outras histórias na biblioteca começou a fazer a sua que iniciou com um nobre ato de coragem e terminou em um final feliz, que amor, que felicidade. Layara Sarti - Amor—em—versos

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